sábado, 28 de agosto de 2010

JESUS - O CUMPRIMENTO PROFÉTICO DO ANTIGO PACTO.


INTRODUÇÃO

Em toda extensão do A.T. percebemos como Deus desenvolve o plano progressivo de redenção da humanidade, através de mensagens proféticas, das alianças, das instituições, tipos, eventos e simbologias com o objetivo de revelar o salvador do mundo. A pessoa de Jesus é o tema central de toda a Bíblia, pois sua finalidade era: “buscar e salvar o que se havia perdido”(Lc 19:10).

JESUS CRISTO é inteiramente diferente, singular. Movimentou o mundo como ninguém antes ou depois dEle. A Encyclopaedia Britannica utiliza 20.000 palavras para descrever a pessoa de JESUS. Sua descrição ocupa mais espaço que as biografias de Aristóteles, Cícero, Alexandre Magno, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte.

O homem JESUS tornou-se o maior tema da história mundial. Sobre nenhum outro se escreveu mais do que sobre Ele. A respeito de ninguém se discutiu tanto quanto sobre JESUS. Ninguém foi mais odiado, mas também mais amado; combatido, mas também mais louvado. Sobre nenhum outro foram feitas tantas obras de arte, hinos, poemas, discursos, e compêndios do que sobre CRISTO.

Diante dEle dividem-se as opiniões - uns gostariam de amaldiçoá-lO, outros testemunham que sua vida foi radicalmente mudada por JESUS e enchida de esperança. Não é possível imaginar a história humana sem JESUS

I - EM QUE CONSISTIA O ANTIGO PACTO?

O Antigo Pacto ou Antigo Concerto foi a aliança que Deus fez com Israel por intermédio de Moisés (Ex 19:6-9; 24:1-9; Hb 8:9) segundo o qual a salvação e o relacionamento correto com Deus provinham da fé expressa pela obediência à sua lei e ao sistema sacrificial desta. As promessas nesse concerto eram basicamente as mesmas que foram feitas à Abraão (Gn 15:6,18) e ratificadas a Isaque (Gn 26:3-5) e a Jacó (Gn 35:10-12), envolvia dar a terra de Canaã aos Israelitas depois de libertá-los do Egito(Êx. 6:3-6; 19:4) e que Ele seria o seu Deus e os adotaria como o seu povo (Êx. 6:7; 19:6). O alvo supremo dessa aliança ou pacto era trazer ao mundo o Salvador através do povo escolhido.

II - QUAIS OS PROPÓSITOS DA PROFECIA MESSIÂNICA DO A.T. CUMPRIDAS EM JESUS?

Haviam três propósitos:

- Mostrar que Deus é o único Deus verdadeiro cujo conhecimento é infinito e cuja palavra não falha (Nm 23:19).

- Mostrar que todas as coisas estão sujeitas à vontade de Deus e sob seu controle (Is 46: 9,10).

- Indicar que o Messias será plenamente reconhecido com base em suas credenciais (Is 48:3,5).

Profecia Antigo Testamento Cumprimento no Novo Testamento

Semente da mulher Gn 3:15 Gl 4:4

Descendente de Abraão, Isaque e Jacó Gn 12:3; 17:19; 24:14 Lc 3:33,34

Nasceria de uma virgem Is 7:14 Mt 1:18; Lc 1:34

Em Belém de Judá Mq 5:2 Mt 2:1-5; Lc 2:9-11

Da linhagem de Davi Jr. 23:5,6 Mt 2:1

Fuga para o Egito Os 11:1 Mt 2:14,15

Habitaria em Naftali, nos confins de Zebulon Is 9:1-4 Mt 4:15

Entraria triunfante em Jerusalém montado num jumentinho. Zc 9:9 Mt 21:1-11

Traído por um amigo Sl 41:9 Mt 26:23

Condenado pelos nossos pecados Is 53:8-11 1 Cor 15:3

Crucificado Sl 22:1 Mt 27:46; Jo 19:17-19

Ressuscitaria dentre os mortos Sl 16:10 Mt 28:1-5

Retornou ao céu Sl 24 At 1:9-11

O grandioso evento que separa JESUS de todos os outros é o fato que Ele ressuscitou e hoje vive. Ele intercede à direita do Pai por aqueles que O seguem, Hb 7.25. No silencioso oásis em volta do Sepulcro do Jardim, o túmulo vazio prega um sermão para nós. Entramos solenemente na gruta escavada na rocha que uma vez serviu de sepulcro. Sim, ele está vazio, graças a DEUS! Na parte de dentro alguém escreveu: “He is not here - He is risen” (”Ele não está aqui - Ele ressuscitou”). Foi isso que o anjo anunciou às mulheres na manhã da Páscoa

III - TIPOS (OU SÍMBOLOS) NÃO HUMANOS DE JESUS

1. A Luz (Gn 1.3-5; Is 9.2a; Mt 4.12-16; Jo 9.5; 12.35, 46). Jesus é a luz do mundo.

2. A Arca de Noé (Gn 6-8; 1 Pe 3.20a, 21; Lc 17.26). A arca era o único meio de escapar do juízo divino. Jesus é único meio de salvação para os perdidos pecadores.

3. A Escada de Jacó (Gn 28.10-17). A escada é tipo de Jesus Cristo pois faz ligação entre o homem e Deus.

4. O Cordeiro Pascoal (Êx 12.3-14; 1 Co 5.7-8). Jesus é o nosso cordeiro pascoal, por meio do qual temos proteção, livramento e salvação.

5. A Coluna de Fogo (Êx 13.21; Jo 10.4). A coluna de fogo representa Jesus Cristo como aquele que vai adiante de nós, nos dando direção e conforto em meio às frias noites.

6. A Rocha de Horebe (Êx 17.6; Jo 14.4a; 1 Co 10.4). Jesus é a rocha que foi ferida e que sacia a nossa sede espiritual.

7. A Serpente de Metal (Nm 21.4-9; Jo 3.14-15). Ao olharmos para aquele que se fez maldição por nós (Gl 3.13) somos resgatados da maldição do pecado.

8. A Estrela (Nm 24.17; 2 Pe 1.19b). A estrela é Jesus Cristo em sua manifestação aos crentes, que se revela nos corações.

9. O Tabernáculo (Êx 25.8, 9; Jo 1.14). O tabernáculo representava a presença de Deus habitando entre o povo. Jesus é Deus habitando entre os homens.

0. O Sacerdócio (Êx 28-29; Hb 5.1-6). Como sumo sacerdote ele nos possibilita a graça e o socorro em tempo oportuno.

11. As ofertas de Levíticos (Lv 1-7). O holocausto (Lv 1.1-17 e 6.8-13), a oferta de manjares (Lv 2. 1-16 e 6.14-23), a oferta pacífica (Lv 3.1-17; 7.11-34; 19.5-8; 22.21-25), a oferta pelo pecado (Lv 4.1-35 e 6.24-30) e a oferta pela culpa (5.14-19 e 7.1-17), falam da obra expiatória de Jesus e dos benefícios nos proporcionados (perdão, comunhão, reconciliação, expiação, redenção, restituição etc.)

IV - JESUS É O MESSIAS PROFETIZADO NO ANTIGO TESTAMENTO.

A profecia bíblica é a chave para se entender tanto o passado quanto o futuro. Embora aos incrédulos ela talvez pareça uma pretensão absurda, é facilmente comprovada. Porque a maior parte das profecias registradas na Bíblia já se cumpriu, fica muito simples determinar se essas profecias são ou não são confiáveis.

Dois importantes assuntos da profecia deslizam consistentemente através das Escrituras. (1) Israel; (2) O Messias que vem para Israel e através de Israel para o mundo, como Salvador de toda a humanidade. Ao redor destes dois temas centrais quase todas as demais profecias se desenrolam e encontram o seu significado, seja o Arrebatamento da Igreja, o Anticristo, seu governo e religião vindouros, o Armagedom, a Segunda Vinda de CRISTO, ou qualquer outra ocorrência profética. A Bíblia é absolutamente única na apresentação dessas profecias, as quais ela registra com detalhes específicos, começando há mais de 3.000 anos.

A profecia desempenha, um papel vital ao revelar o propósito de DEUS para a humanidade. Ela também fornece uma prova simples na identificação do verdadeiro Messias de DEUS, ou CRISTO, e desmascara o impostor Satanás, o Anticristo, de maneira que ninguém que absorva a Palavra de DEUS venha a ser por eles enganados.

Na verdade, as profecias messiânicas do Velho Testamento somente poderiam ser cumpridas na pessoa de JESUS CRISTO. Existem centenas destas profecias, para que a possibilidade de convergência acidental para qualquer homem comum seja completamente descartada pelas leis da probabilidade. Observemos algumas destas profecias cumpridas literalmente em JESUS.

E o apóstolo Pedro testemunhou triunfalmente às pessoas que haviam se reunido no Pentecoste: “ao qual, porém, DEUS ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela”. At 2.24. Por que a morte não conseguiu reter a JESUS? Justamente porque DEUS o ressuscitou!

Para o crente em JESUS, não são necessárias provas históricas /geográficas/ físicas/ arqueológicas /literárias…

As experiências da vida cristã são suficientes para carimbar a Bíblia com um selo de autenticidade. Mas, como DEUS é perfeito e quer revelar a sua verdade (que é diferente da busca incansável de Sócrates, Epicuro, Hegel, Kant, Max… pelo “real”) a todos, existem evidências de que CRISTO venceu a morte capazes de satisfazer os mais céticos intelectuais.

IV – CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Conforme demonstrado, por intermédio de alguns tipos de Jesus, podemos concluir que Jesus é, de fato, o Messias que havia de vir ao mundo. O próprio Jesus disse aos discípulos a caminho de Emaús: - “Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo (O Messias) padecesse e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras…” Lc 24:25-27.

Sejamos diligentes para crermos tudo o que os profetas disseram a respeito de Jesus. Isto porque, por detrás e por baixo da Bíblia, acima e além da Bíblia, está o Deus da Bíblia. Ela nos apresenta Jesus Cristo, o Salvador do mundo.

REFERÊNCIAS:

Bíblia de Estudo Pentecostal. Donald C. Stamps. CPAD.

Hermenêutica Avançada - Henry A. Vinkler - Ed. Vida

Evidências que Exigem um veredito 1 - Josh Macdowell Ed. Candeia

O Ministério Profético na Bíblia/ A voz de Deus na terra - Pr. Ezequias Soares - CPAD.

NOTA: Este estudo foi cedido pelo Vice-Superintendente das EBD'S da COMADALPE - Pb. Diones Alves

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

OS FALSOS PROFETAS

INTRODUÇÃO

Jeremias foi um autêntico profeta de Deus, manteve-se fiel ao seu chamado, e combateu com toda a veemência os falsos profetas que surgiram em seu tempo. Tanto o Antigo Testamento quanto os ensinamentos do Mestre no Novo Testamento traz ensinamento e reflexão acerca dos falsos profetas. Surgiram muitos falsos profetas que tentavam por em descrédito os arautos de Deus, tanto em relação ao teor de suas mensagens como também a idoneidade moral e espiritual destes.

OS FALSOS PROFETAS

Eram aqueles que prediziam paz, prosperidade, e segurança para o povo, quando este se achava em pecado diante de Deus (Jr 15.15; 20.1-6; 26.8-11; Am 5.10). Ao mesmo tempo, o profeta verdadeiro era conhecido como homem de Deus. Há numerosas referências no A.T. aos falsos profetas. Por exemplo: quatrocentos deles foram reunidos pelo rei Acabe (IICr 18.4-7), um espírito mentiroso achava-se na boca destes (IICr 18.18-22).

Segundo o Antigo Testamento o profeta era considerado falso se:

- Desviasse as pessoas do Deus verdadeiro para a idolatria (Dt 13.1-5)
- Praticasse adivinhação, astrologia, feitiçaria, bruxaria, ou coisas semelhantes (Dt 18.10,11)
- Se suas profecias contrariassem as Escrituras (Dt 13.1-5)
- Se não denunciasse os pecados do povo (Jr 23.9-18)
- Se predissesse coisas específicas que não se cumprissem (Dt 18.20-22)

FALSOS PROFETAS, SINAL DOS ÚLTIMOS TEMPOS

Em sua Palavra, o Senhor nos mostra sinais inequívocos que antecederão a sua volta. Esses sinais, de acordo com o próprio Mestre, são oferecidos para evitar que os cristãos sejam enganados. Quando falamos de “volta de Jesus”, nos referimos à única volta mencionada por Ele em seu sermão profético, na qual se dará o encontro entre Ele e seus escolhidos: sua vinda logo após a grande tribulação. O apóstolo Paulo, em sua primeira epístola aos tessalonicenses, valoriza a luz trazida pelas revelações divinas a respeito do fim:

“Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão” (ITs 5.4). O profeta Daniel escreve referente ao tempo do fim: “E ele disse: Vai, Daniel, porque estas palavras estão fechadas e seladas até ao tempo do fim. Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão.” (Dn 12.9-10)

Neste contexto, estar atento à Palavra é o caminho para entender e não ser enganado. O desconhecimento das Escrituras trará, invariavelmente, erro e engano. Por isso, se faz necessário que o verdadeiro servo do Senhor conheça sua Palavra!

O OBJETIVO DOS SINAIS

Logo no começo de seu sermão profético, no qual Jesus detalha vários sinais que antecedem a sua volta, Ele começou com a seguinte frase: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane” (Mt 24.4). A seguir, Ele explica o porquê do aviso: “Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos” (Mt 24.5). Conseqüentemente, o propósito dos sinais revelados é impedir que os verdadeiros servos do Senhor, cientes e amantes de sua Palavra, sejam enganados. Essa é a finalidade dos sinais revelados e, neste contexto, se faz necessário que nós estejamos constantemente atentos a esses sinais. Caso contrário, corremos o risco de sermos enganados. Nas Palavras de Jesus, fica implícito que o engano será disseminado por pessoas que chamarão para si alguma missão ou revelação divina (falsos profetas) ou se auto-declararão “ungidos” ou “escolhidos” (cristos). É interessante notar que Jesus menciona tais enganadores no plural, revelando que muitos surgirão trazendo tais enganos, e isso realmente tem ocorrido durante toda a história. Em quase todas as épocas e, principalmente nos últimos séculos, temos observado o surgimento de muitos enganadores, os quais alegam ter uma missão divina, mas cujos ensinamentos se opõem às verdades ensinadas por Jesus. Obviamente, a Palavra revela que no fim dos tempos surgirão dois homens que, de certa forma, significarão o clímax da existência de todos esses enganadores. Trata-se do anticristo, o iníquo ou a besta (IJo 2.18, IITs 2.3-4, Ap 13.1-10) e do falso profeta (Ap13.11-18, Ap 19.20).

A FALSA MENSAGEM PROFETICA

As profecias podem provir de três fontes: de Deus, da mente humana, ou do diabo, obviamente, nem toda profecia vem de Deus, ou o apóstolo João não teria escrito: “Amados, não deis crédito a qualquer espírito: antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora.” (IJo 4.1).

Há pelo menos nove princípios bíblicos para saber se uma profecia é verdadeira ou falsa:

- O propósito da profecia é edificar, exortar e confortar (ICo 14.3). Edificar é melhorar ou fortalecer, exortar é encorajar, e confortar é consolar.
- A profecia deve estar de acordo com a Palavra de Deus! Todas as verdadeiras profecias vêm do Espírito Santo que é o autor da Bíblia. Qualquer mensagem que não coadune com a Bíblia deve ser rejeitada.
- A profecia deve produzir frutos e ser confirmada com conduta e caráter. Qualquer profecia que não é seguida de retidão e justiça é um espírito demoníaco de religiosidade. Alguém que profetiza e não tem palavra, vive em imoralidade, em irresponsabilidade financeira, em mentira, ou coisas desta natureza é um falso profeta.
- Se uma profecia contém predições que não se realizam, é falsa. Em Dt 18.22 diz: “Quando o tal profeta falar em nome do SENHOR, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, esta é palavra que o SENHOR não falou; com soberba a falou o tal profeta; não tenhas temor dele.”
- Se uma profecia se cumprir e promover a desobediência contra Deus ou à sua Palavra, não é uma profecia verdadeira. A Bíblia diz em Dt 13.13: “Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti e te der um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos, porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, com todo o vosso coração e com toda a vossa alma.”
- A verdadeira profecia produz liberdade, não escravidão. Em Rm 8.15 diz: “Porque não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.” A verdadeira profecia trará liberdade, não escravidão. Qualquer forma de controle sobre outra pessoa por intimidação, manipulação, ou domínio não vem de Deus.
- A verdadeira profecia produz avivamento. Quando inspirada pelo Espírito Santo, a profecia traz vida espiritual à reunião dos crentes. Se uma profecia vem para destruir o culto de adoração, não é de Deus.
- A verdadeira profecia tem o testemunho veraz do Espírito Santo. Em IJo 5.6b diz: “Este é aquele que veio por água e sangue, isto é, Jesus Cristo; não só por água, mas por água e por sangue. E o Espírito é o que testifica, porque o Espírito é a verdade.”
- Qualquer profecia que se cumpre, mas, não glorifica a Deus não é verdadeira.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O fim está próximo e aquele que se acha preparado, se prepare mais. As profecias bíblicas estão se cumprindo e não há mais tempo de brincar de crente. Os falsos profetas tem se multiplicado, manifestados pelo agente do erro, Satanás, que a qualquer custo quer enganar a Igreja do Deus Vivo através de falsos ensinos, heresias, inovações doutrinárias, “novas unções”. Fiquemos, pois, com as palavras de Jesus: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane” (Mt 24.4).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal – CPAD

Bíblia de Estudo das Profecias – ATOS

Bíblia de Estudo Pentecostal – CPAD

Lições Bíblicas – CPAD

Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica – CPAD

Verdades Pentecostais – CPAD

http://www.projetoomega.com/estudo25.htm

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

PROFETAS MAIORES E MENORES

INTRODUÇÃO

O profeta é um mensageiro extraordinário de Deus. Sua função precípua é tornar conhecidas as revelações divinas. Ele pode ser definido também como um mestre infalível, com inquestionável autoridade para transmitir os oráculos do Eterno. Foram pessoas procedentes das diferentes camadas da sociedade, que atenderam ao chamado divino, e tiveram coragem e ousadia para transmitir a mensagem de Deus. No Antigo Testamento há 17 livros denominados de Livros Proféticos, sendo que cinco deles são denominados de Profetas Maiores (de Isaías a Daniel) e doze de Profetas Menores (de Oséias a Malaquias). A distinção entre profetas “maiores” e “menores” consiste, não em que esse profeta é maior ou menor que aquele, mas em que, uns proferiram maior ou menor número de profecias.

A ÉPOCA DOS PROFETAS

Para uma melhor visualização da época em que os profetas do Antigo Testamento atuaram, serão apresentados três períodos de crise das nações de Israel e Judá. Os profetas foram enviados por Deus, em tempo de grande declínio espiritual, tensão, e apostasia, como ocorreu antes das invasões da Assíria e da Babilônia. Obadias, Joel e Jonas não aparecem quando se fala em crise das nações de Israel e Judá, uma vez que seus ministérios ocorreram bem antes, no século IX a.C. (900-800 a.C.). Os profetas não aparecem na Bíblia na ordem cronológica em que profetizaram.

Crise Assíria:

Amós – 760 a 750

Oséias – 760 a 725

Isaias – 744 a 695

Miquéias – 735 a 700

 
Crise Babilônica:

Naum – 630

Jeremias – 628 a 585

Sofonias – 630 a 625

Habacuque – 609 a 600


Crise do Cativeiro:

Daniel – 606 a 536

Ezequiel – 593 a 571

Ageu - 520

Zacarias - 520 a 480

Malaquias – 430

OBS: É importante lembrar que as datas citadas acima são antes de Cristo.


OS PROPÓSITOS DOS PROFETAS

Os profetas eram enviados por Deus com três propósitos:

- Entregar a mensagem divina de advertência da última oportunidade a um povo rebelde, cujo pecado e indiferença os conduzia à perdição, julgamento e ira de Deus. Às vezes, as mensagens dos profetas eram atendidas pelo povo e o julgamento divino era suspenso. Elias e Eliseu conseguiram levar o povo a voltar-se para Deus, impedindo assim a invasão de Israel por parte da Síria; enquanto que as mensagens de Isaías e Miquéias salvaram Judá de cair nas mãos da Assíria. Outras vezes, o coração do povo se endurecia contra Deus, com a mensagem dos profetas. Por isso, Deus permitiu Israel ser levado para o exílio.

- Os profetas eram enviados para suplementar o ensino negligenciado pelo sacerdócio. No antigo Testamento, o cargo de sacerdote era passado de pais para filhos, contudo muitas vezes tais homens eram investidos nessa função, sem terem um relacionamento sadio com Deus, e sem desejo de servi-LO: “Os sacerdotes não disseram: Onde está o SENHOR? E os que tratavam da lei não me conheceram, e os pastores prevaricaram contra mim, e os profetas profetizaram por Baal e andaram após o que é de nenhum proveito.” (Jr 2.8). Naturalmente, o estado espiritual do povo se degenerou devido a falta de ensino. “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.” (Os 4.6). A fim de suprir esta falha dos sacerdotes, Deus enviou Seus profetas, para pregar e ensinar a lei divina (Is 28.9,10).

- Os profetas eram enviados para fazer o povo ver o plano completo de Deus para suas vidas. Aqueles que foram levados ao cativeiro, naturalmente sentiram que Deus os tinha abandonado e alguns até insinuaram que Deus não tinha poder suficiente para libertar o Seu povo. Os profetas bradavam com veemência que nada disso era verdade; lembravam ao povo que Deus permanecia onipotente como sempre, permitindo o cativeiro a fim de levá-los ao arrependimento.

A VOZ DOS PROFETAS (Rm 9.25-33)

A voz profética predizia a cegueira de Israel e a misericórdia divina para com os gentios. Aprendemos:

- Que até iníquos são tratados misericordiosamente (22-24);

- Que Deus predissera aos judeus que havia de incluir os gentios entre seu povo (24-26);

- Que somente um restante de Israel, o povo escolhido, seria salvo;

- Que se não fosse a misericórdia de Deus, o remanescente de Israel teria desaparecido da terra assim como aconteceu com Sodoma e Gomorra. O apóstolo Paulo está, com isso, advertindo os judeus a reconhecerem a graça de Deus e a converterem-se ao Senhor, a fim de serem salvos (Rm 3.9,23,30; Gl 3.22) (29);

- Que isso havia de ser porque a nação rejeitou seu Messias (33), e procurava justificar-se a si mesma (Goodman).

PROFETAS MAIORES

São cinco os livros denominados de Profetas Maiores: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel.

Vejamos um breve resumo de cada um deles:

O Livro de Isaías – Isaías, o mais ilustre dos profetas literários, é conhecido como o profeta messiânico, pois o seu livro é o que mais faz menção da vinda do Messias. Nada sabemos sobre Amoz, o pai de Isaías (Is 1.1), porém o Talmude afirma que era irmão do rei Uzias. Assim, Isaías seria sobrinho de Uzias, rei de Judá. Isaías exerceu o ministério de profeta e conselheiro da corte. Foi contemporâneo de Oséias, Amós e Miquéias (Os 1.1; Am 1.1; Mq 1.1).

O Livro de Jeremias – Seu nome hebraico é Yireme-Yahu “Jeová eleva” ou “Jeová lança”. Foi perseguido pela casa real de Jerusalém muitas vezes (Jr 37.15), e após a destruição da Cidade Santa foi levado ao Egito, contra sua vontade. A tradição judaica diz que morreu em Mênfis, no Egito, por volta de 577 a.C. (Jr 43.4-7). Viu a destruição de Jerusalém e chorou por ela. É também conhecido como profeta das lágrimas.

O Livro das Lamentações de Jeremias – Seu título em hebraico é Eichah, “como?”, a primeira palavra do livro. Na septuaginta seu nome é Threnoi, no singular threnos, que significa “lamento, gemido, cântico de dor, cântico fúnebre”. É o quarto livro dos Hagiógrafos, no Megilloth, no cânon judaico; e é lido no dia de Abe (julho-agosto), data do jejum por causa da destruição do Templo (IIRs 25.8,9).

O Livro de Ezequiel – Seu nome hebraico é Yehez’qel, “fortalecido por Deus”. É o terceiro livro dos profetas posteriores no cânon judaico. Um dos profetas do cativeiro, juntamente com Daniel. Foram levados na primeira deportação para Babilônia. Junto ao rio Quebar profetizou durante 22 anos (Ez 1.1; 43.3).

O Livro de Daniel – Daniel foi levado cativo para a Babilônia ainda jovem. Testemunhou a queda da Babilônia e continuou no reino da Pérsia como ministro de estado. Seu nome hebraico é Daniyel, que significa “Deus é meu juiz”, nome dado na corte de Nabucodonosor para Beltessazar (Dn 1.7), isto é, “Bel proteja sua vida”. Bel era uma divindade pagã na Babilônia.

OS PROFETAS MENORES

As designações “Profeta Maior” e “Profeta Menor” foram cunhadas por Agostinho no princípio do século IV d.C. “Menor” refere-se à brevidade do segundo grupo, certamente não à sua importância relativa. Os hebreus chamavam-nos de “O Livro dos Doze”. Foram provavelmente agrupados dessa maneira por Esdras e a “Grande Sinagoga”, mais ou menos em 425 a.C., talvez a fim de acomodá-los em um rolo. O grupo todo é mais curto do que apenas Isaías, Jeremias ou Ezequiel.

O Livro de Oséias - Oséias foi vocacionado por Deus para profetizar ao reino de Israel, que desmoronava espiritual e moralmente. A profecia de Oséias foi a última tentativa de Deus em levar a Israel a arrepender-se de sua idolatria e iniquidades persistentes. Deus ordenou que Oséias tomasse uma mulher de prostituições (1.2) a fim de ilustrar a infidelidade espiritual de Israel. Os capítulos 1-3 descrevem o casamento entre Oséias e Gomer; e, os capítulos 4-14 contém uma série de profecias que mostram o paralelismo entre a infidelidade de Israel e a da esposa de Oséias. O livro enfatiza que, por Israel ter desprezado o amor de Deus e sua chamada ao arrependimento, o juízo não poderá ser adiado.

O Livro de Joel - Suas numerosas referências a Sião e ao ministério do templo indicam que Joel era profeta em Judá e em Jerusalém. Ele profetizou depois de duas recentes calamidades naturais (invasão de gafanhotos e uma severa seca) e falou acerca da iminência de uma invasão estrangeira. Seu propósito era tríplice: 1º) Juntar o povo diante do Senhor numa grande assembléia solene (Jl 1.14; 2.15,16); 2º) exortar o povo a arrepender-se e a voltar-se humildemente ao Senhor Deus com jejuns, choro, pesar, e clamor por sua misericórdia (Jl 2.12-17); e 3º) registrar a palavra profética ao seu povo por ocasião de seu sincero arrependimento (Jl 2.18-3.21).

O Livro de Amós - O profeta Amós exerceu seu ministério em Israel no século VIII a.C. e foi contemporâneo de Jonas e Oséias. Ele revela três fatos importantes a respeito de si mesmo: 1º) era filho de boieiro e cultivador de sicômoros em Tecoa (Am 1.1; 7.14); 2º) Ele “via” suas mensagens, isto é, tinha visões proféticas (Am 7.1,4,7; 8.1,2; 9.1); 3º) Seu ministério foi desempenhado durante o reinado de Uzias, em Judá, e Jeroboão II, em Samaria. O livro de Amós divide-se em três seções: 1ª) o profeta dirige uma mensagem de condenação à sete nações vizinhas de Israel, inclusive Judá (Am 1.3-2.16); 2ª) ele registra três mensagens de juízos divinos (Am 3.1-6.14); e, a 3ª) ele descreve cinco visões à respeito do juízo divino (Am 7.1-9.10). O livro termina com uma promessa de restauração (9.11-15).

O Livro de Obadias - Obadias é o livro mais breve do A.T. e foi escrito com três propósitos específicos: 1º) revelar a ira de Deus contra os edomitas por terem se regozijado com o sofrimento de Judá por ocasião da invasão e destruição promovida pela Babilônia (Ob 1.1-14); 2º) entregar a mensagem de juízo divino contra Edom (Ob 1.15,16); e 3º) anunciar o livramento divino para a nação de Judá (Ob 1.17-21). O livro possui duas seções principais: Na primeira (Ob 1.1-14) Deus expressa sua ira contra Edom; e, a segunda (Ob 1.15-21) refere-se ao dia do Senhor, quando Edom será destruído juntamente com todos os inimigos de Deus, ao passo que o povo escolhido será salvo, e seu reino triunfará.

O Livro de Jonas - O tema do livro de Jonas é: a magnitude da misericórdia salvífica de Deus, e conta a história da chamada do profeta para ir à cidade de Nínive, e de sua atitude quanto ao chamamento divino. O capítulo 1 descreve a desobediência inicial de Jonas e o castigo divino subsequente; o capítulo 2 revela a oração de Jonas no ventre do peixe; o capítulo 3 registra a segunda oportunidade que Jonas teve de ir à Nínive; e, o capítulo 4 contém o ressentimento do profeta contra Deus, por ter poupado aquela cidade inimiga de Israel. Este livro contém, de forma mais clara que em qualquer outro livro do A.T. a mensagem de que a graça salvífica de Deus é tanto para os gentios como para os judeus.

O Livro de Miquéias - O ministério de Miquéias foi exercido durante o reinado de três reis de Judá: Jotão, Acaz e Ezequias (Mq 1.1). À semelhança de Amós, Miquéias era homem do campo e era de família humilde. Ele foi levantado por Deus para profetizar contra os governantes corruptos, os falsos profetas, os sacerdotes ímpios, os mercadores desonestos que havia em Judá (Mq 2.2,8,9,11; 3.1-3,5,11). Além disso, ele predisse a queda de Israel e de Samaria (Mq 1.6,7), bem como a de Judá e de Jerusalém (Mq 1.9-16; 3.9-12). Enumeramos três características especiais no livro de Miquéias: 1ª) ele defende, à semelhança de Tiago, a causa dos camponeses humildes (Mq 6.6-8); 2ª) tal qual Isaías, ele expressa nítida consciência de sua chamada e unção profética (Mq 59.21); e, 3ª) ele traz uma das maiores expressões sobre a misericórdia de Deus e sua graça perdoadora (Mq 7.18-20).

O Livro de Naum - Naum era proveniente de Elcós (Na 1.1). Seu nome significa “consolo” e foi essa a sua mensagem a Judá (Na 1.7). O tema do livro é a destruição de Nínive, capital da Assíria. Os três capítulos do livro consistem em três profecias distintas: O capítulo 1 contém uma descrição clara da natureza de Deus, especialmente sua ira, poder e justiça; o capítulo 2 prediz a condenação iminente de Nínive e descreve como se daria o juízo divino; e, o capítulo 3 descreve os pecados de Nínive, declarando que Deus é justo no seu juízo e termina com um quadro do julgamento já executado.

O Livro de Habacuque - Habacuque profetizou a Judá entre a derrota dos assírios, em Nínive, e a invasão de Jerusalém pelos babilônios. O livro é único no seu gênero por não ser uma profecia dirigida diretamente a Israel, e sim, um diálogo entre o profeta e Deus. O livro possui, pelo menos três formas literárias distintas: diálogo (Hc 1.2-2.5); “ais proféticos” (Hc 2.6-20); e um cântico profético (Hc cap. 3). Nenhum profeta do A.T. Fala com mais eloquência à respeito da questão da fé que o profeta Habacuque; não apenas pela declaração “o justo pela fé, viverá” (Hc 2.4), mas também pelo seu testemunho pessoal (Hc 3.17-19).

O Livro de Sofonias - Sofonias profetizou durante o reinado de Josias, o último governante piedoso de Judá (Sf 1.1). Os pecados dos quais ele mencionou acerca de Judá e de Jerusalém indicam que ele profetizou antes do reavivamento e reformas promovidas por Josias (Sf 1.4-13; 3.1-7). O objetivo de Sofonias foi advertir Judá e Jerusalém quanto ao juízo divino iminente e ameaçador. O juízo divino é chamado, neste livro, de “o grande dia do Senhor” (Sf 1.14). Embora percebesse um castigo vindouro em escala mundial (Sf 1.2; 3.8), Sofonias focalizava, especialmente o julgamento que viria contra Judá (Sf 1.4-18; 3.1-7). Ele faz um apelo à nação para que se arrependa e busque ao Senhor em humildade, antes que o decreto entre em vigor (Sf 2.1-3).

O Livro de Ageu - Ageu é o primeiro dos três livros pós-exílicos no A.T. (os outros dois são Zacarias e Malaquias). O propósito de Ageu era duplo: 1º) exortar Zorobabel (o governador) e Josué (o sumo-sacerdote) a mobilizarem o povo para a reedificação do templo; 2º) motivar o povo a reordenar suas vidas e prioridades para que a obra da casa de Deus fosse recomeçada com as bênçãos divinas. O livro contém quatro mensagens, cada uma delas introduzidas pela frase “a palavra do Senhor” (Ag 1.1; 2.1; 2.10; 2.20). A 1ª) para repreender os repatriados por estarem tão interessados em suas casas, enquanto a casa de Deus estava em desolação (Ag 1.4); a 2ª) para encorajar os líderes, bem como a todos os judeus, quanto a reconstrução do templo, pois, a glória da segunda casa seria maior do que a da primeira (Ag 2.9); a 3ª) para conclamar o povo para que vivesse uma vida de obediência (Ag 2.10-19); e a 4ª) para predizer que Zorobabel representaria a continuação da linhagem e da promessa messiânica (Ag 2.23).

O Livro de Zacarias - Depois de Isaías, Zacarias é o mais messiânico dos livros do A.T., em virtude de suas muitas referências ao Messias. A profecia de Zacarias tinha dois propósitos principais: 1º) encorajar o remanescente judeu a persistir na construção do templo; 2º) para fortalecer os judeus que, tendo concluído o templo, ficaram desanimados por não ter aparecido imediatamente o Messais. O livro divide-se em duas partes principais: a primeira parte (cap. 1-8) começa com uma exortação aos judeus para que voltem ao Senhor (Zc 1.1-6); a segunda parte (cap. 9-14) contém dois blocos de profecias apocalípticas, onde cada uma delas é introduzida pela expressão “Peso da Palavra do Senhor” (Zc 9.1;12.1). Suas profecias em forma de visões e linguagens simbólicas assemelham-se aos livros de Daniel e Apocalipse.

O Livro de Malaquias - Malaquias profetizou cerca de cem anos após os primeiros exilados terem voltado de Babilônia. Embora os repatriados tivessem, de início, reagido com zelo à sua restauração, com o decorrer dos anos a sua dedicação a Deus foi diminuindo. Por isso, Malaquias censura-os por falta de confiança em Deus, adoração sincera e desobediência à Lei divina. Malaquias escreveu em uma época que os judeus repatriados enfrentavam um declínio espiritual. O livro pode ser dividido em seis partes principais: 1ª) Deus reafirma seu fiel amor a Israel (Ml 1.2-5); 2ª) Deus repreende os profetas por serem infiéis (Ml 1.6-2.9); 3ª)Deus repreende Israel por ter rompido o concerto (Ml 2.10-16); 4ª) Deus relembra a Israel a certeza do castigo por causa de seus atos pecaminosos (Ml 2.17-3.6); 5ª) Deus chama o seu povo ao arrependimento (Ml 3.13-18); e, finalmente, 6ª) uma advertência e promessas a respeito do futuro “dia do Senhor” (Ml 4.1-6).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Tanto a rejeição de Israel quanto a adoção dos povos gentios por Deus foram igualmente previstas. Portanto, em vez de a acharmos um tropeço, deveríamos ter contado com isso. Os profetas eram porta-vozes de Deus e foram levantados por Deus, principalmente, em períodos de apostasia, injustiça e imoralidade; e sua principal missão era chamar o povo ao arrependimento e anunciar o juízo divino, caso o povo não se arrependesse. Sem esses livros jamais viríamos a entender o plano de Deus para Israel, para os gentios e para a nossa vida em particular.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Bíblia de Estudo Pentecostal - CPAD.

Bíblia de Estudo Explicada – CPAD.

Conheça melhor o Antigo Testamento - VIDA.

Lições Bíblicas – CPAD.

Estudo Panorâmico da Bíblia - VIDA.

Conheça Melhor o Antigo Testamento – Vida.

Profetas Maiores: as profecias de Isaias, Jeremias e Ezequiel - EETAD

Merecem Confiança as Profecias? - CPAD

Profetas Maiores - IBAD.

Profetas Menores - IBAD.

MUÇULMANOS INTERROMPEM BATISMO E AMEAÇAM CRISTÃOS EM BANGLADESH

Assim que os líderes da igreja iniciaram o batismo, os muçulmanos começaram a protestar

Duas cristãs em Jamalpur, distrito ao norte de Bangladesh, disseram que os oficiais do vilarejo extorquiram grandes somas de dinheiro de suas famílias, por proclamarem o evangelho a muçulmanos. Johura Begum, 42, do vilarejo de Pingna, disse que um integrante do conselho local, um representante do governo e o pai de um policial a ameaçaram, dizendo que se ela não pagasse uma quantia de 20 mil taka (US$283), eles iriam agredir suas filhas. O policial investigava uma acusação de que os cristãos pagaram aos muçulmanos para participarem de um batismo. Johura convidou sete ex-muçulmanos, incluindo três mulheres, a se batizarem naquele dia. Entre os 55 novos convertidos, apenas seis foram batizados, pois os outros foram intimidados pelos muçulmanos. No dia seguinte, moradores protestavam contra os cristãos. Johura conta que seu marido é um trabalhador em uma plantação de arroz, e que 20.000 taka era uma quantia muito alta para eles. Então, ela pegou o dinheiro emprestado de uma cooperativa cristã. “Eu dei o dinheiro por minha própria segurança. Não há nem como repetir as palavras que ele usou para me ameaçar”. Em outro caso, os moradores extorquiram 250.000 taka de outra cristã, Komola Begum, 35. Os moradores alegaram que ela e seu marido ficaram ricos às custas dos cristãos. Após o batismo, muçulmanos agrediram tanto seu marido que ele teve que ficar internado durante três dias. Komola Begum disse que a vida de seu marido só foi poupada porque ela pagou a quantia exigida. Assim que os líderes da igreja iniciaram o batismo, os muçulmanos começaram a protestar. A polícia chegou e prendeu os líderes cristãos.





Fonte: Missão Portas Abertas / Compass Direct

domingo, 1 de agosto de 2010

ESFORÇO PARA MANTER EQUILÍBRIO ENTRE CRISTÃOS E MUÇULMANOS



Líbano se torna primeiro país do Oriente Médio a proteger cristãos

O secretário-geral do Movimento Futuro do Líbano anunciou que os cristãos precisavam ser protegidos dentro do governo. Embora esta seja uma boa notícia, não vai garantir o fim da perseguição. Os esforços para proteger os cristãos são, provavelmente, na sua maioria, políticos, diz Tom Doyle com Parceiros E3 World. "Esse é o tipo de espírito do Líbano. O único país do Oriente Médio que realmente tenta manter um equilíbrio entre cristãos e muçulmanos no governo”, afirma Doyle. De acordo com o Barcelona News, muitos cristãos emigraram do Líbano, por causa da crescente influência xiita. Com a sanção do governo de proteger os cristãos, a esperança é que os cristãos permaneçam no Líbano. Independentemente da decisão política ou humanitária, Doyle afirma que isso é bom para os cristãos. "Isso é uma coisa encorajadora, porque eles estão reconhecendo que há um problema generalizado no Oriente Médio". Este esforço do governo é emocionante, especialmente no Oriente Médio, mas nenhum cristão espera que a proteção do governo acabe com a perseguição. Os grupos responsáveis por perseguir os cristãos, provavelmente, não estão despreocupados com qualquer proteção do governo, diz Doyle. Embora o governo seja a favor da manutenção da paz, isso não irá manter grupos islâmicos radicais, incluindo o Hezbollah, perto de atacar cristãos. "Isso não tem qualquer influência sobre eles. Isso não vai mudar sua agenda, eles não vão parar de seguir o Corão, nem tentar livrar seu país de cristãos", conta Doyle. Embora os esforços do governo não signifiquem o fim do sofrimento para os seguidores, Doyle diz que não é de todo ruim. "A perseguição impede que a igreja se espalhe. Oro para a perseguição diminua e os evangélicos proclamam o Evangelho de forma ousada”, revela. Muitos governos estão contra os cristãos no Oriente Médio, o Líbano ainda é uma exceção. Ore para que outros governos se sintam pressionados para proteger, ao invés de perseguir os cristãos em seus próprios países. 



Fonte: MNN / Redação CPAD News

ANIVERSÁRIO DA EBD EM IPSEP - VILA MAURICÉIA 2010

























EBD EM IPSEP - VILA MAURICÉIA

ANIVERSÁRIO DA EBD EM IPSEP - VILA MAURICÉIA 2010

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A AUTENTICIDADE DA PROFECIA

INTRODUÇÃO

Para autenticar as profecias bíblicas é necessário acrescentar algumas outras para provar que a bíblia é a incorporação de uma revelação divina. Somente Deus pode revelar o futuro, e temos inúmeras provas nas Escrituras de que Ele realmente o revelou a Seus servos. A autenticidade da profecia bíblica tem sido um assunto bastante contestado por diversos críticos que procuram relegar as Escrituras a um mero livro de mitologia judaica primitiva, desconsiderando sua autoria divina.

DEFINIÇÃO DE PROFECIA

É um relato, muitas vezes com conotação religiosa, no qual se prevê acontecimentos futuros. A previsão profética pode surgir por visões, sonhos ou até mesmo encontros com um ser sobrenatural, sendo muitas vezes considerados como mensagens divinas. Aqueles que obtêm as revelações são, muitas vezes, chamados de profetas. As profecias estão presentes na maior parte das grandes religiões.

A TRADIÇÃO CRISTÃ E A PROFECIA

A maioria das religiões cristãs acredita que somente Deus pode ver o futuro e muitas vezes é o desejo de Deus revelar fatos futuros ao homem. Para isso, Deus usava e ainda usa até hoje homens que recebem as suas revelações e as transmite por forma oral e/ou escrita. A crença que Deus fala aos homens sobre fatos vindouros está fundamentada em muitos textos da Bíblia tais como:

- “Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim; que anuncio o fim desde o princípio e, desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade;” (Is 46.9-10)

- “Certamente o Senhor JEOVÁ não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” (Am 3.7)

- “E, pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; e, saindo eles, pôs-se em pé Josafá e disse: Ouvi-me, ó Judá e vós, moradores de Jerusalém: Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis.” (IICr 20.20)

- “Eis que as primeiras coisas passaram, e novas coisas eu vos anuncio, e, antes que venham à luz, vo-las faço ouvir.” (Is 42.9)

- “sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação; porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” (IIPe 1.20-21)

AUTÊNTICIDADE DAS PROFECIAS BÍBLICAS

O cumprimento das profecias bíblicas é uma importante prova da veracidade da Palavra de Deus. Muitas delas tiveram seu cumprimento registrado na Bíblia, enquanto outras estão escritas na história secular. A autenticidade de uma profecia é verificada por sua capacidade ou não de cumprimento (Dt 18.20-22). Logo, o grande diferencial da profecia sempre será sua fonte. Se a fonte é divina, seu cumprimento está assegurado (ISm 3.19; Jr 1.10); se for satânica ou humana, estará revestida de falibilidade. Embora a maioria das profecias das Escrituras sejam preditivas, sua função primordial é fazer conhecida a vontade de Deus aos homens.

Profecia acerca de Jesus – Sua encarnação (Is 7.14; 9.6-7); seu sofrimento (Sl 22 e 69; Is 53.1-12); sua ressurreição (Sl 16.8-10; At 2.27-35); sua ascensão (Sl 47.5; 68.18; 110.1). A profecia refere-se a três coisas: Predizer eventos futuros (Ap 1.3; 22.7,10 e Jo 11.51); Revelar fatos ocultos (Lc 1.67-79; At 13.6-12) e Ministrar instrução, consolo e exortação (Amós; At 15.32; ICo 14.3,4,31).

PROFECIAS ACERCA DE ISRAEL

Sua origem (Gn 12.3; 15.2-5); sua terra (Gn 15.18-21); a conquista de Canaã (Dt 11.23-25) etc; os castigos da desobediência (Dt 28.15-68), a diáspora (Lc 21.24), a restauração nacional de Israel (Jr 12.15,16; Ez 37.1-13). Deus fez um pacto com Israel (Êx 19.6-9) e estabeleceu uma relação com um tríplice propósito:

- Mostrar ao mundo seu poder e sua glória, e que somente Ele é Deus (Rm 9.17);

- Israel foi receptáculo dos oráculos divinos, pois, o Senhor deu a Bíblia às nações por meio dos Israelitas (Rm 3.1,2);

- Para dar ao mundo o Salvador (Gn 12.3).

Uma vez rompida a aliança, o povo estaria vulnerável diante das nações. Os profetas que vieram depois alertaram o povo sobre tal perigo (Jr 16.13). A destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., pelo general Tito, assinala o início do cumprimento da profecia. Jerusalém seria uma pedra de tropeço para às nações (Zc 12.3), mas no devido tempo seria restaurada (Ez 11.17; 36.24; 37.21; Am 9.14,15) e renasceria como uma nação em um dia (Is 43.5,6; 66.8). Os judeus continuarão a voltar à Jerusalém, mas em incredulidade (Ez 37.8-10). Após o arrebatamento da Igreja, Israel fará uma aliança com o anticristo (Dn 9.9-27); Na metade da semana, o anticristo fará cessar a aliança e os judeus não adorarão a imagem do anticristo (Ap 13.11-15); Israel será perseguido pelo rei do norte e seus aliados (Ez 38 e 39) e no final da grande tribulação, haverá a batalha do Armagedom e Israel será salvo pelo Messias (Zc 14.3-11; Ap 1.7;16.16-21) e o governo do Messias será a partir de Jerusalém (Is 2.2-5; 11.1-4). Muitas profecias escatológicas aguardam seu cumprimento. Mas Deus é fiel. Ele vela pela sua Palavra, para a cumprir (Jr 1.12).

A BÍBLIA DESCREVE O DESTINO DE OUTRAS NAÇÕES, ALÉM DE ISRAEL

O livro do profeta Daniel trás um resumo profético acerca dos acontecimentos que vão desde o cativeiro babilônico, até a vinda de Cristo em glória, no término da Grande Tribulação. Inteirar-se disso é de suma importância para a Igreja que está às portas do arrebatamento. Daniel capítulo dois:

A cabeça de ouro, o reino babilônico (625 a 538 a. C., v.37) – “Tu, ó rei, és rei de reis, pois o Deus dos céus te tem dado o reino, e o poder, e a força, e a majestade”. Babilônia, nos dias de Nabucodonosor, detinha a hegemonia mundial, após ter derrotado a Assíria, em 612 a.C. No ano 587 a.C. Jerusalém foi destruída, e o povo feito cativo, para cumprir-se o que Deus falara por Jeremias: “...e os farei tornar a esta cidade, e pelejarão contra ela , e a tomarão, e a queimarão; e as cidades de Judá porei em assolação, de sorte que ninguém habite nelas” (Jr 34.22). Depois da morte de Nabucodonosor, encontramos entre seus sucessores o rei Nabonido (556 – 538 a.C.). Belsazar, seu filho, estava como co-regente na cidade da Babilônia, quando o Império Caldeu ruiu derrotado por Ciro, rei da Pérsia.

O peito e os braços de prata, o reino Medo-Persa (538 a 330 a.C., v.39) – Ciro, o grande, logo no início de seu reinado, fez a famosa proclamação que permitiu aos judeus de seu reino retornarem a Judá e reconstruírem o Templo de Jerusalém que Nabucodonosor havia destruído (Ed 1.1-3). Desta forma, cumpriu-se a palavra de Isaias acerca de Ciro, proferida 200 anos antes (Is 44.26-28; 45.1). Enquanto grande número deles voltou a Jerusalém, muitos permaneceram na Babilônia, agora sob o domínio persa. Neste contexto político-histórico, inserem-se os fatos relatados no livro de Ester. O reino medo-persa foi conquistado por Alexandre, o Grande, rei da Grécia.

O ventre e as coxas de cobre, o reino grego (330 a 167 a.C., v.39) – A respeito deste reino, Daniel disse: “Terá domínio sobre toda a terra” (v.39). O rei Alexandre morreu aos 33 anos, sem deixar herdeiros, e o império foi dividido entre seus quatro principais generais.

As pernas de ferro, o império romano (167 a.C. a 476 d.C., v.40) – Quando Jesus nasceu a Palestina estava sob o domínio de Roma. Pilatos, um governante romano, ratificou a sentença de morte de Cristo. Depois que o império romano foi derrotado em 476 d.C., não surgiu mais outro reino mundial.

Pés com dedos de ferro, misturado com barro, um conjunto de reinos (vv.41-43) – O versículo 44 mostra que estes dedos representam reis. Esta profecia relaciona-se com as visões proféticas que João teve na ilha de Patmos. Lemos, em Apocalipse 13.1, que ele viu uma besta, a qual tinha sete cabeças e dez chifres. Eles, conforme Apocalipse 17.12, também representam dez reis. Vemos, assim, que no fim da presente dispensação, surgirá um conjunto de reinos que dará apoio político ao anticristo.

Uma pedra cortada sem mão – Esta parte da visão fala da derrota do reino do Anticristo, que acontecerá como resultado da intervenção divina (v.34). A Bíblia usa várias vezes o vocábulo “pedra”, como símbolo de Cristo. Ex: “Chegando-vos a Ele, pedra viva...” (IPe 2.6); “sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mt 16.18); “bebiam da pedra espiritual que os seguia, e a pedra era Cristo” (ICo 10.3); etc. Ela feriu a estatua nos seus pés, isto é, destruiu o conjunto de reinos que apoiavam o anticristo. Não só eles serão vencidos, mas também as duas bestas serão presas e lançadas no lago de fogo (Ap 19.20).

“Fez-se um grande monte, e encheu toda a terra” (v.35)- Esta parte da visão fala da vinda de Cristo em glória, para estabelecer um reino mundial de paz. Ele terá como rei o próprio Senhor Jesus, e abrangerá toda a Terra.

JESUS CRISTO AUTENTICA AS ESCRITURAS

O Antigo Testamento, escrito durante um período de mais de mil anos, contém centenas de referências ao Messias que viria. Todas essas referências cumpriram-se em Jesus Cristo e fornecem uma sólida confirmação das Suas credenciais como o Messias. Em Isaias 52 e 53, Goodman, diz que a profecia sobre o Messias pode ser dividida em cinco seções:

- O Servo de Jeová apresentado (Is 52.13-15);

- Seu andar terrestre (Is 53.1-3);

- Seus sofrimentos como substituto ((Is 53.4-6);

- Sua morte e enterro (Is 53.7-9);

- Seu triunfo (Is 53.10-12).

Ele será exaltado (52.13); cumprimento (Fp 2.9)

Ele será desfigurado pelo sofrimento (52.14; 53.2); cumprimento (Mc 15.17,19)

Ele fará expiação com sangue (52.15); cumprimento (IPe 1.2)

Ele será amplamente rejeitado (53.1,3); cumprimento (Jo 12.37-38)

Ele carregará os nossos pecados e dores (53.4-5); cumprimento (Rm 4.25; IPe 2.24-25)

Ele será o nosso substituto (53.6,8); cumprimento (IICo 5.21)

Ele aceitará voluntariamente nossa culpa e punição (53.7); cumprimento (Jo 10.11; 19.30)

Ele será sepultado no túmulo de um homem rico (53.9); cumprimento (Jo 19.38-42)

Ele salvará a nós que nEle cremos (53.10-11); cumprimento (Jo 3.16; At 16.31)

Ele morrerá em favor de transgressores (53.12); cumprimento (Mc 15.27-28; Lc 22.37).

ASPECTOS IMPORTANTES DA PROFECIA MESSIANICA

Sua Primeira Vinda

• O Fato (Gn 3.15; Dt 18.15; Sl 89.20; Is 9.6; 28.16; 32.1; 35.4; 42.6; 49.1; 55.4);

• A época (Gn 49.10; Nm 24.17; Dn 9.24; Ml 3.1);

• Sua Divindade. (Sl 2.7, 11; 45.6, 7, 11; 72.8; 102.24-27; 89.26, 27; 110.1; Is 9.6; 25.9; 40.10);

• Sua Ascendência Humana. (Gn 12.3; 28.14; 49.10; IISm 7.14; Sl 18.4-6, 50; 22.22,23);

• Seu Precursor (Is 40.3; Ml 3.1; 4.5).

A Natividade e os Primeiros Anos

• O Fato (Gn 3.15; Is 7.14; Jr 31.22);

• O Lugar (Nm 24.17,19; Mq 5.2);

• A Adoração pelos Magos (Sl 72.10,15; Is 60.3,6);

• A Descida ao Egito (Os 11.1);

• O Massacre dos Inocentes (Jr 31.15).

Sua Missão e Função

• Missão (Gn 12.3; 49.10; Nm 24.19; Dt 18.18,19; Sl 21.1; Is 59.20);

• Sacerdote Semelhante a Melquisedeque (Sl 110.4);

• Profeta Semelhante a Moisés. (Dt 18.15);

• Milagres (Is 35.5,6; 42.7; 53.4);

• Bênçãos Espirituais (Sl 45.7; Is 11.2; 42.1; 53.9; 61.1);

• Pregação (Sl 2.7; 78.2; Is 2.3; 61.1; Mq 4.2).

• Purificação do Templo (Sl 69.9).

Sua Paixão, Ressurreição e Ascensão

• Rejeição pelos Judeus e Gentios (Sl 2.1; 22.12; 41.5; 56.5; 69.8; 118.22, 23; Is 6.9,10; 8.14; 29.13; 53.1; 65.2);

• Perseguição (Sl 22.6; 35.7, 12; 56.5; 71.10; 109.2; Is 49.7; 53.3);

• Entrada Triunfal em Jerusalém (Sl 8.2; 118.25,26; Zc 9.9);

• Traição pelo Próprio Amigo (Sl 41.9; 55.13; Zc 13.6);

• Traição por Trinta Moedas de Prata (Zc 11.12);

• Morte do Traidor (Sl 55.15, 23; 109.17);

• Compra do Campo do Oleiro (Zc 11.13);

• Abandonado pelos Discípulos (Zc 13.7)

• Falsas Acusações (Sl 27.12; 35.11; 109.2; 2.1,2);

• Silêncio quando Acusado (Sl 38.13; Is 53.7);

• Zombariam dEle (Sl 22.7, 8, 16; 109.25);

• Insultos, murros, cuspidas, espancamento, etc. (Sl 35.15, 21; Is 50.6);

• Paciência em meio ao Sofrimento (Is 53.7-9);

• Crucificação (Sl 22.14,17);

• Oferecimento de Fel e Vinagre (Sl 69.21);

• Oração pelos Inimigos (Sl 109.4);

• Gritos na Cruz (Sl 22.1; 31.5);

• Morte no Vigor da Vida (Sl 89.45; 102.24);

• Morte com os Malfeitores (Is 53.9,12);

• Morte Confirmada por Fenômenos na Natureza (Am 5.20; Zc 14.4,6);

• Veste Sorteada (Sl 22.18);

• Ossos intactos (Sl 34.20);

• Traspassado (Sl 22.16; Zc 12.10; 13.6)

• Morte Voluntária (Sl 40.6-8);

• Sofrimento Vicário (Is 53.4-6, 12; Dn 9.26);

• Sepultamento com o Rico (Is 53.9);

• Ressurreição (Sl 16.8-10; 30.3; 41.10; 118.17; Os 6.2);

• Ascensão (Sl 16.11; 24.7; 68.18; 110.1; 118.19).

Sua Segunda Vinda

• Profecias (Sl 50.3-6; Is 9.6, 7; 66.18; Dn 7.13, 14; Zc 12.10; 14.4-8);

• Domínio Universal e Eterno (ICr 17.11-14; Sl 72.8; Is 9.7; Dn 7.14; Sl 2.6-8; 8.6; 110.1-3; 45.6, 7).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O homem, com seu pensamento limitado, vive tentando desvendar a Bíblia e seus mistérios. Mas, as profecias nos alertam para a verdadeira finalidade Bíblica, a verdade absoluta, que Cristo veio a terra uma vez e prometeu voltar. Portanto, não se trata de uma manipulação ou forjamento de informações, mas da revelação de um Deus que fala e cumpre com o que promete. A única explicação racional para o fiel cumprimento das profecias da Bíblia é que Deus tudo revelou aos seus profetas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Hermenêutica Avançada – VIDA

Wikipédia

Lições Bíblicas – CPAD

Bíblia de Estudo Plenitude – SBB

Bíblia de Estudo Explicada – CPAD

Palestra em Teologia Sistemática – BATISTA REGULAR

Evidências que Exigem um veredito 1 – CANDEIA

O Ministério Profético na Bíblia/ A voz de Deus na terra – CPAD.

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